A Bíblia diz que o
mundo e a sociedade jazem sob influência do maligno (I Jo 5.19),
mas em contrapartida, a Igreja de Jesus recebeu a conquista da
Cruz, que lhe outorga poder para anunciar a vitória da Cruz que
destrói as obras do Diabo e desamarra as vidas que estão
presas.
Se quisermos ser participantes da
Guerra Espiritual, e ela existe, vamos entender o mundo
espiritual:
Os anjos de Deus:
- O
que os anjos fazem?
- Eles estão atuando ativamente a serviço dos crentes (Hb 1.14; Sl 91.11-12; Gn 19.15; At 8.26; 10.1-8; 12.1-11; 27.22-24);
- Tipos de
anjos
- Anjos Guerreiros (Dn 10.12-13; Ap 12.7-8);
- Anjos Mensageiros – Um deles mencionado pelo homem é Gabriel (Lc 1.26-38; 2.8-12). Foi incumbido de missões extraordinárias para revelar mistérios que se encontravam acima da compreensão humana.
- Anjos que adoram a Deus (Lc 2.13-15; Ap 5.11-14);
- Anjos designados por Deus para tarefas específicas:
i. Mensageiros do
juízo (Gn 19.1; 12.15; Ap 8.2);
ii. Com poder sobre o
fogo (Ap 14.18);
iii. Com poder sobre as águas (Ap 16.15).
Observação: A Bíblia nos adverte para não prestarmos adoração aos anjos (Gl 1.8; Cl 2.18; Ap 19.10; 22.8-9; Rm 1.25; Sl 148.2,5; Cl 1.16; Ne 9.6)
- Categorias de anjos: Os anjos estão hierarquicamente ordenados. Esta graduação está de acordo com as atividades que exercem.
- Arcanjos: do grego – archangelos – principal entre os anjos. Na Bíblia aparece a menção de apenas um arcanjo, Miguel. Este arcanjo é mencionado em Daniel 12.1, Judas 9; Apocalipse 12.7-12. Em I Tessalonicenses 4.16 vemos uma alusão de Arcanjo vindo com Jesus.
- Querubins: do
hebraico – querub – guardar, cobrir. Com esta função
essa classe de anjos aparece em vários
textos:
i. Guardaram a Santidade de Deus e o caminho da árvore da vida no jardim do Éden (Gn 3.24);
ii. Foram usados na decoração do Tabernáculo (Ex 26.1; 36.8; I Rs 6.23-29);
iii. Podemos consideram então que os querubins são anjos que defendem o Caráter Santo de Deus.
- Serafins: do
hebraico – saraph – ardente. Mencionados em Isaías
6.1-3 aparecem ao redor do Trono de Deus a postos para cumprirem
suas ordens. Tinham seis asas:
i. As que cobriam o rosto indicam uma atitude de reverencia diante do Senhor;
ii. As que cobriam os pés indicam santidade do andar diante de Deus;
iii. As que serviam para voar indicam a grande capacidade de movimento e locomoção dos anjos.
- Anjos: nos
escritos Paulinos aparecem várias expressões que indicam ordens de
anjos que exercem governo ou domínio sobre
outros:
i. Principados:
esta palavra é usado por Paulo sete vezes, indicando uma ordem de
anjos bons e maus, envolvidos no governo do universo (Rm 8.38; Ef
1.21; Ef 3.10; Ef 6.12; Cl 1.16; Cl 2.10,15). Podem ser
considerados como generais de exércitos angelicais. São anjos que
tem poderes de príncipes.
ii. Potestades: São anjos que possuem autoridade para governar. Efésios 3.10 pode dar a entender que potestades são anjos que aprendem algo da vontade de Deus ao contemplarem o que Ele está realizando no seio da Igreja.
iii. Poderes: esta palavra ressalta o fato de que anjos e demônios têm maior poder que os homens (Ef 1.21; I Pe 3.22; II Pe 2.11).
iv. Tronos: esta designação enfatiza a dignidade e autoridade com a qual Deus investiu os anjos que Ele usa para governar (Cl 1.16);
v. Domínios:deve ser uma classe de anjos que executam as ordens de Deus com relação às coisas criadas (Cl 1.16; Ef 1.21)
-
- Observe:
I. Que em Colossenses 1.16 Principados e Potestades e Tronos parecem referir-se a anjos bons. II. Em Efésios 1.21, entretanto, parece ser a anjos bons e maus. III. Já em Romanos 8.38, Efésios 6.12 e Colossenses 2.15 parece que a referência é apenas a anjos maus.
- Observe:
Embora haja uma aparente semelhança entre estas dominações, temos de presumir que estes títulos representam uma dignidade incompreensível e os diversos graus de categoria. As esferas celestiais de governo excedem os impérios humanos como o universo excede a terra.
É bom advertir que a classificação dos anjos que é apresentada nesta parte, não pode ser definitiva. Há uma grande variação nas ordens apresentadas por teólogos.
REINO DAS
TREVAS
Na Bíblia não
existe uma afirmação direta no sentido de que os anjos adoradores
tenha tido um líder. Mas, encontramos nela algumas indicações dando
conta de que houve esse Arcanjo (lembra-se da definição de arcanjo:
o principal entre os anjos) e que era anjo de luz (Lúcifer) andava
na presença de Deus (Ez 28.12-14). A Bíblia ainda o denomina
“Príncipe”, dando-lhe a mesma graduação que Miguel e
Gabriel (Ef 2.2).
¹[1]Lúcifer foi expulso do céu por causa de suas próprias atitudes (Is14.13-14). Ele estava dizendo, em outras palavras, que seria outro deus, assim como o verdadeiro Deus. E até hoje não desistiu disso.
Satanás tem convencido muita gente que ele se acha em pé de igualdade com Deus. Essa idéia de que Deus e satanás são iguais e se acham em campos opostos é de origem pagã (Yin Yang )
Hierarquia satânica:a Bíblia fala de três grupos:
- Principados:São chamados também de “Espíritos
Territoriais”
i. Os principados não são nem maiores, nem mais fortes, nem mais malignos que os outros espíritos que compõem o reino das trevas.
ii. Os principados são os que possuem uma ampla área de influência no reino satânico.
- Potestades:do
grego – exausias. Tem a ver com os tipos de males que existem
no mundo. São demônios designados para a intensificação de certos
males.
i.
Definição: poder dado a alguém, liberdade dada a alguém para
influencia.
ii. A autoridade que tem
lhe é dada pelo homem que vive em oposição aos princípios de
Deus.
iii. Esses demônios têm incumbência de agir de acordo com o tipo de mal praticado. Não é que o demônio tenha um estoque de pecados. Ele não tira a lascívia, por exemplo, e a joga no homem. Mas, de acordo com a concentração de pessoas inclinadas aquele pecado é que se estabelece ali uma potestade relacionada. Por isso uma cidade é conhecida, por exemplo, como Capital do Ocultismo.
- Dominadores: do grego – kosmokrátoras. Tal designação do inimigo enfatiza sua intenção de controlar (II Co 4.4)
DOIS GRUPOS DISTINTOS
- Os anjos que
estão em liberdade.
- Efésios 6:12 : “Porque não temos que lutar contra a
carne e o sangue,mas sim contra os principados, contra as
potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as
hostes espirituais da maldade, nos lugares
celestiais.”
i. Submissos a Satanás (Mt
12:24);
ii. Atormentam os homens (Mc 5.1-4);
iii. Procuram separar o cristão de Cristo (Rm 8.38-39); iv. Grande Quantidade (Mc 5.9);
v. Várias categorias (Mt 7.21; Ef 6.12);
Principados - Potestades - Hostes- De todos os tipos: i. Rastejam no chão (Mc 9.20);
ii. Mudos e surdos (Mc 9.25);
iii. Como porcos (Mt 8.32);
iv. Bandos (Lc 11.26)
- Efésios 6:12 : “Porque não temos que lutar contra a
carne e o sangue,mas sim contra os principados, contra as
potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as
hostes espirituais da maldade, nos lugares
celestiais.”
i. Submissos a Satanás (Mt
12:24);
- Os anjos que são
mantidos aprisionados.
II Pe 2.4 “Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram,mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo.”
Judas 6 “E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram sua própria habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia;”
Parece que todos
concordam que Pedro e Judas se referem aos mesmos anjos. Pedro
simplesmente diz que eles pecaram e que Deus os precipitou no
Tártaro, entregando-os a abismos de trevas e reservando-os para
juízo.
Judas apresenta
seu pecado como sendo o de haver abandonado seu próprio principado.
Assume-se que Deus tenha nomeado um ou mais anjos para cada uma das
nações (Dn 10.13-20).
Deixar seu
principado poderia significar infidelidade, também poderia
significar que eles tentaram obter outro principado mais
cobiçado.
- Tártaro é um lugar sombrio abaixo do inferno.
- Estão presos em cadeias (II Pedro 2.4)
- Grande quantidade (Apocalipse 9.15)
- São violentos (Apocalipse 9.15)
OS MINISTÉRIOS DOS ANJOS
- Com
Cristo:
- Predisseram o seu nascimento (Lc 1.26-33);
- Anunciaram seu nascimento (Lc 2.13);
- Protegeram a criança (Mt 2.13);
- Fortaleceram a Jesus depois da tentação (Mt 4.11);
- Estavam preparados para defendê-lo (Mt 23.53);
- Confortaram-no no Getsêmani (Lc 22.43);
- Rolaram para longe a pedra que fecha o sepulcro do Senhor (Mt 28.2);
- Anunciaram a ressurreição (Mt 28.6).
- Com os
crentes:
- Os ajudam (Hb 1.14);
- Estão envolvidos com as respostas de orações (At 12.7);
- Observam os crentes e suas experiências (I Co 4.9; I Tm 5.21);
- Os encorajam em casos específicos (At 27.23-24);
- Estão interessados nos esforços evangelísticos (Lc 15.10; At 8.26);
- Ministram aos justos na hora da morte (Lc 16.22; Jd 9).
- Com as
nações:
- O arcanjo Miguel parece ter um relacionamento estreito com Israel (Dn 12.1);
- Os anjos estão envolvidos nos juízos da Tribulação (Ap 8; 9; 16).
- Com os
descrentes:
- Anunciam juízos iminentes (Gn 19.13; Ap 14.6-7);
- Aplicam o juízo divino (At 12.23);
- Agem como ceifeiros na separação no fim dos tempos (Mt 13. 39). (Bíblia Anotada)
CULTO AOS
ANJOS
“E
sucedeu que, estando Josué perto de Jericó, levantou os seus olhos
e olhou; e eis que se pôs em pé diante dele um homem que tinha na
mão uma espada nua; e chegou-se Josué a ele, e disse-lhe: És tu dos
nossos, ou dos nossos inimigos?” Js
5.13
Parece que no meio da Igreja Cristã tem surgido um novo modo de
culto. Os tempos modernos viram uma renovação no interesse pelos
anjos. Livros e mais livros têm sido escritos sobre o tema, quase
febrilmente.
Mas as pessoas
estão-se envolvendo com anjos sem se preocuparem com que tipo de
seres está lidando.
A grande questão
é que quase tudo o que se tem escrito e ensinado sobre o tema vem
da literatura esotérica. Os adeptos da Nova Era têm fomentado este
assunto em grande quantidade e milhares de pessoas estão tentando
“descobrir” e “conhecer” seus
“anjos”. Mas qual a origem dos ensinos sobre anjos que
têm veiculado por aí? Existe, porventura, alguma fonte, além das
Escrituras Sagradas, que seja segura para o conhecimento acerca dos
anjos?
A Bíblia é o único Livro divinamente inspirado que nos capacita a
conhecer acerca desses seres espirituais. Muitos têm caído em
armadilhas satânicas, impressionando-se com “seres de
luz” que são verdadeiros engodos: “E não é maravilha,
porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz” (2Co
11.14).
É chegada a hora de expor, sob a perspectiva de Deus, esses falsos ensinos.
Culto aos
anjos
“E eu,
João, sou aquele que vi e ouvi estas coisas. E, havendo-as ouvido e
visto, prostrei-me aos pés do anjo que me mostrava essas coisas,
para adorá-lo. E disse-me: Olha, não faças tal; porque eu sou
conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as
palavras deste livro. Adora a Deus” (Ap
22.8,9).
Velas acesas. Invocações a anjos e comunicação com os mesmos. Toda sorte de prática tem sido incentivada para que os homens tenham ajuda de seus anjos. Mas todas essas atitudes não correspondem às atitudes corretas com relação aos anjos. Somente há um único ser em todo o Universo que deve ser adorado.
“Um culto oficial aos anjos é especificamente um fenômeno cristão. A hesitação inicial [de cultuar aos anjos] geralmente desapareceu nos tempos de Agostinho, quando o cristianismo parecia não estar muito longe do perigo de uma infiltração pagã ou de uma falsa interpretação pagã ou idólatra. Foi especialmente o arcanjo Miguel, o poderoso guerreiro, quem primeiro atraiu devoção...”.
Como podemos ver, a angelolatria tem sido praticada pela Igreja Católica há muitos séculos, mas atualmente esse falso culto tem-se espalhado e não está restrito apenas ao catolicismo. Há todo um culto popular, bem como algum tipo de doutrinamento, por parte da Nova Era para o envolvimento com os chamados anjos. Mas a palavra de todos os verdadeiros anjos continua sendo a mesma do anjo de Apocalipse: “Adora a Deus!”.
Comunicação com
os anjos
As Escrituras, de
Gênesis a Apocalipse, estão repletas de relatos de anjos
comunicando-se com homens. Mas não há sequer um relato de homens
comunicando-se com anjos (Js 5.13; Lc 1.11). Todas as vezes que os
homens foram visitados por anjos e receberam instruções destes, foi
involuntário. Os servos e as servas de Deus que receberam a visita
de anjos as receberam não porque pediram, mas porque Deus assim o
ordenou (At 27.23,24).
Querer agir fora
desse padrão é extremamente perigoso. É realizar uma ação não
endossada pelas Escrituras, portanto, a pessoa que age dessa
maneira fica aberta à ação de espíritos malignos.
É necessário
provar os espíritos. Se assim tivesse feito Joseph Smith e tantos
outros que basearam suas doutrinas na revelação de anjos, o mal e o
engano não teriam sido semeados com tanta facilidade.
“Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os
espíritos são de Deus” (1Jo 4.1).
Angeocentrismo =
anjos no centro
Nos últimos
tempos, a música evangélica tem estado excessivamente permeada pelo
tema “anjos”. Inclusive uma das músicas evangélicas de
maior sucesso, plagiada pelo padre Marcelo, exalta de forma nada
ortodoxa a ação dos anjos. Entre outras coisas, a música diz que
“quando os anjos passeiam a Igreja se alegra, ela pula, ela
grita, ela chora e congrega, enfrenta o inferno e expulsa o
mal”. De uma forma discreta, o foco do culto é retirado do
Senhor Jesus Cristo (que, aliás, nem é citado) e direcionado aos
anjos. Ao invés da ação fortalecedora do Espírito Santo dentro da
Igreja, é a classe angélica responsável por uma ação eficaz. Em
muitos cultos, os cristãos são exortados a esperar a cura do anjo,
a sentir o anjo, a receber a bênção da mão do anjo. Isso são
efeitos de um louvor não centralizado em Deus.
Ser teocêntrico
(Deus no centro) e cristocêntrico (Cristo no centro de tudo), tanto
na fé quanto na prática cristã, é vital para a sobrevivência e até
para o avanço do verdadeiro cristianismo. “Porque nada me
propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este
crucificado” (1Co 2.2). O contrário gerou e continua gerando
inúmeras seitas e segmentos pseudocristãos. Um desses grupos fala
em “brincar de roda com anjos, arcanjos e querubins”,
numa referência também nada ortodoxa ao relacionamento dos cristãos
com os anjos na eternidade.
Não devemos
apagar, esquecer e ocultar o ministério angélico. Mas colocá-lo no
centro de nossa adoração é correr sérios riscos.
Crentes mandando
em anjos
Por fim, resta
ainda esclarecer um ponto bastante sutil que tem influenciado
certos comportamentos com relação aos anjos e não possui respaldo
bíblico.
Os anjos sempre
agiram quando os homens clamaram ao Senhor. Deus é chamado de
“o Senhor dos Exércitos”. Quando um crente tenta
comandar anjos, dando-lhes ordens, ele está querendo tomar o lugar
do único Senhor dos Exércitos. O próprio Jesus, como estivesse na
condição de homem não glorificado, iria rogar ao Pai para que este
enviasse anjos (Mt 26.53). Em nenhum lugar das Escrituras, seja no
Antigo ou no Novo Testamento, os homens são exortados a pedir ajuda
aos anjos, mas, sim, ao Senhor, mesmo que isto resulte em
intervenção angélica. Os anjos só executam as ordens de Deus (Sl
103.19-21).
Confiar que basta
ser um anjo para ser bom
Muitos que não
conhecem a Palavra de Deus não sabem que anjo não é sinônimo de
“espírito bom”. A palavra anjo designa uma classe de
seres espirituais criados por Deus. Todavia, parte desse grupo foi
banida do céu e passou a seguir a Satanás (Ap 12.7), logo, trata-se
de anjos malignos que, embora possam passar por anjos de luz (2Co
11.14), só têm por objetivo prejudicar os homens (2Co 12.7).
Portanto, o
grande incentivo que as pessoas têm recebido nestes dias atuais
para se relacionarem com anjos está lançando muitos que não têm
discernimento a um envolvimento com “anjos
malignos”.
A Igreja do
Senhor Jesus Cristo não deve se deixar envolver pelos modismos dos
que estão de fora, mas deve instruí-los sobre o verdadeiro ensino
bíblico a respeito dos anjos. Estejamos sempre alertas!
Bibliografia:
- Extraído do site: Scribd (http://pt.scribd.com/doc/5340494/ANGELOLOGIA) em 03 de maio de 2012;
Extraído do site CACP (http://www.cacp.org.br/estudos/artigo.aspx?lng=PT-R&article=868&menu=7&submenu=3) em 03 de maio de 2012;
Extraído do site ICP – Instituto Cristão de Pesquisas (http://www.icp.com.br/58materia3.asp) em 03 de maio de 2012;
Cindy Jacobs; Possuindo as portas do Inimigo, Editora Atos;
Filho, João A. de Souza; Estratégias para a Guerra Espiritual, Editora Atos;
[1] Lúcifer: citação em Isaías 14.12: “quomodo cecidisti de caelo lucifer qui mane oriebaris corruisti in terram qui vulnerabas gentes”, que traduzido é: “Como caíste do céu, ó Lúcifer, caído no chão, que subiu na manhã a ferir as nações?” da Vulgata Latina


